Rádio Band News Curitiba
Os bancários de Curitiba e região metropolitana realizam hoje uma assembleia para decidir se entram em greve. Se a maioria votar a favor, os trabalhadores devem paralisar as atividades a partir do dia 18 de setembro, na terça-feira que vem.A categoria pede um reajuste salarial de 10,25%, mas os banqueiros oferecem 6%.De acordo com o presidente do Sindicato dos bancários da capital, Otávio Dias, até agora as negociações não avançaram.
Na avaliação dele, é grande a possibilidade da greve ser confirmada. Além do reajuste salarial, a categoria também pede melhores condições de trabalho.
A assembleia é a partir das sete e meia da noite, na sede do sindicato dos bancários de Curitiba, que fica no bairro Rebouças. A última paralisação dos bancos foi em setembro do ano passado e durou vinte dias.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Teremos uma greve de bancários?
www.abcuritiba.com
No final da tarde de hoje, bancários avaliam a proposta patronal e deliberam sobre a possibilidade de começar uma greve no dia 18 de setembro. Quem olhar de perto para o que oferecem os banqueiros e o que querem os bancários, vai concluir que uma paralisação é bastante provável.
A entidade que representa os bancos propôs 6% de reajuste nos salários (0,58% de aumento real). Os bancários pedem um reajuste de 10,25%, que resultaria num aumento real de 5%. E ainda há vários outros pontos na pauta de reivindicações da categoria, que tem grande poder de mobilização. Ou seja… usemos o caixa eletrônico.
Bancários de Curitiba decidem hoje se entram em greve a partir do dia 18
www.esmaelmorais.com.br
Os bancários de Curitiba e região realizam assembléia nesta quarta-feira (12) para avaliar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e deliberar sobre a possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir de 18 de setembro. A assembleia será no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região (Rua Piquiri, 380, Rebouças), a partir das 19 horas.
Os bancários de Curitiba e região realizam assembléia nesta quarta-feira (12) para avaliar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e deliberar sobre a possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir de 18 de setembro. A assembleia será no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região (Rua Piquiri, 380, Rebouças), a partir das 19 horas.
No último dia 4, os bancos frustraram as expectativas da categoria e não apresentaram nenhuma nova proposta na rodada de negociação realizada com o Comando Nacional dos Bancários. Diante do impasse, o Comando definiu calendário de mobilização que aponta para a realização de assembleias nesta quarta-feira para deflagrar greve por tempo indeterminado a partir do dia 18.
Nesta reunião, os bancos mantiveram a proposta de 6% de reajuste (aproximadamente 0,7% de aumento real) apresentada no dia 28 de agosto.
“Com essa postura intransigente, os bancos empurram os bancários para a greve. Eles não mudaram de posição nem depois da divulgação da pesquisa do Dieese revelando que 97% das categorias profissionais fecharam acordo com reajustes acima da inflação no primeiro semestre. Portanto, o sistema financeiro, o mais dinâmico e rentável da economia, tem condições de atender à reivindicação de aumento real de 5%”, cobra Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
Saiba as principais reivindicações dos bancários
Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
Piso salarial de R$ 2.416,38.
Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral.
Mais segurança.
Igualdade de oportunidades.
Bancários de todo o País estão perto de nova greve
Paraná Online - Olavo Pesch
Como fazem anualmente desde 2004, os bancários de todo o País devem aprovar hoje o indicativo de greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira que vem. A categoria pede 10,25% de reajuste salarial (reposição da inflação mais 5% de ganho real). Após três rodadas de negociação, no dia 28 do mês passado a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs correção de 6%, ou seja, 0,58% de aumento real. O índice foi considerado insuficiente pelos trabalhadores, porém, em nova rodada de discussões, no dia 4 deste mês, os banqueiros não melhoraram a oferta.
Por isso, a orientação do Comando Nacional dos Bancários é pela rejeição da proposta patronal e deflagração da paralisação. No último dia 5, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) enviou carta à Fenaban informando o calendário de mobilização da categoria e destacando que os seguidos resultados positivos dos bancos permitem atender as demandas dos bancários.
A Contraf vai aguardar proposta melhor até segunda-feira, quando ocorrerão novas assembleias para organizar a greve.
Lucro - “Como é o segmento que mais lucra no País, mesmo com a crise internacional, os banqueiros poderiam retomar a negociação e fazer uma proposta que atenda as reivindicações da categoria. Se não, o único caminho é a greve”, avalia o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, Otávio Dias.
Categoria insatisfeita - Segundo Otávio Dias, a insatisfação é generalizada entre os trabalhadores de bancos públicos e privados. “A mobilização é grande, mas a ideia é manter o autoatendimento das agências funcionando, até porque nosso objetivo não é prejudicar a população, mas retomar a negociação”.
Dos 24 mil bancários do Estado, 18,5 mil trabalham na Grande Curitiba. A assembleia dos trabalhadores da capital e região será às 19h, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, na Rua Piquiri, 380 - Rebouças.
Como fazem anualmente desde 2004, os bancários de todo o País devem aprovar hoje o indicativo de greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira que vem. A categoria pede 10,25% de reajuste salarial (reposição da inflação mais 5% de ganho real). Após três rodadas de negociação, no dia 28 do mês passado a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs correção de 6%, ou seja, 0,58% de aumento real. O índice foi considerado insuficiente pelos trabalhadores, porém, em nova rodada de discussões, no dia 4 deste mês, os banqueiros não melhoraram a oferta.
Por isso, a orientação do Comando Nacional dos Bancários é pela rejeição da proposta patronal e deflagração da paralisação. No último dia 5, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) enviou carta à Fenaban informando o calendário de mobilização da categoria e destacando que os seguidos resultados positivos dos bancos permitem atender as demandas dos bancários.
A Contraf vai aguardar proposta melhor até segunda-feira, quando ocorrerão novas assembleias para organizar a greve.
Lucro - “Como é o segmento que mais lucra no País, mesmo com a crise internacional, os banqueiros poderiam retomar a negociação e fazer uma proposta que atenda as reivindicações da categoria. Se não, o único caminho é a greve”, avalia o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, Otávio Dias.
Categoria insatisfeita - Segundo Otávio Dias, a insatisfação é generalizada entre os trabalhadores de bancos públicos e privados. “A mobilização é grande, mas a ideia é manter o autoatendimento das agências funcionando, até porque nosso objetivo não é prejudicar a população, mas retomar a negociação”.
Dos 24 mil bancários do Estado, 18,5 mil trabalham na Grande Curitiba. A assembleia dos trabalhadores da capital e região será às 19h, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, na Rua Piquiri, 380 - Rebouças.
Bancários de Curitiba decidem hoje se entram em greve a partir do dia 18
Rádio Banda B
Os bancários de Curitiba e região realizam assembléia nesta quarta-feira (12) para avaliar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e deliberar sobre a possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir de 18 de setembro. A assembleia será no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região (Rua Piquiri, 380, Rebouças), a partir das 19 horas.
No último dia 4, os bancos frustraram as expectativas da categoria e não apresentaram nenhuma nova proposta na rodada de negociação realizada com o Comando Nacional dos Bancários. Diante do impasse, o Comando definiu calendário de mobilização que aponta para a realização de assembleias nesta quarta-feira para deflagrar greve por tempo indeterminado a partir do dia 18.
Nesta reunião, os bancos mantiveram a proposta de 6% de reajuste (aproximadamente 0,7% de aumento real) apresentada no dia 28 de agosto.
"Com essa postura intransigente, os bancos empurram os bancários para a greve. Eles não mudaram de posição nem depois da divulgação da pesquisa do Dieese revelando que 97% das categorias profissionais fecharam acordo com reajustes acima da inflação no primeiro semestre. Portanto, o sistema financeiro, o mais dinâmico e rentável da economia, tem condições de atender à reivindicação de aumento real de 5%", cobra Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
Saiba as principais reivindicações dos bancários
Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
Piso salarial de R$ 2.416,38.
Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral
Mais segurança
Igualdade de oportunidades.
Bancários decidem nesta quarta se entram em greve
Portal Bem Paraná - Jornal do Estado
Após três rodadas de negociação, categoria e a Federação dos Bancos não houve acordo
Os bancários de Curitiba e região se reúnem hoje, a partir das 19 horas, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região (Rua Piquiri, 380, Rebouças) para avaliar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e deliberar sobre a possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir de 18 de setembro. A assembleia começa às 19 horas.
Após três rodadas de negociação, em que foram discutidos todos os itens da minuta de reivindicações dos bancários, no dia 28 de agosto, a Fenaban propôs 6% de reajuste nos salários e demais verbas (0,58% de aumento real), incluindo a Participação nos Lucros e Resultados.. A proposta foi considerada insuficiente pelos representantes dos bancários e uma nova negociação ficou agendada para o dia 4 de setembro, quando nada de novo foi apresentado pelos banqueiros.
No dia 5 de setembro, a Contraf-CUT enviou uma carta à Fenaban informando sobre o calendário de mobilização dos bancários e reafirmando que os sucessivos resultados positivos dos bancos permitem atender às demandas dos bancários, além de se mostrar disposta a negociar. “Somente os cinco maiores bancos tiveram R$ 50,7 bilhões de lucro líquido em 2011, com uma rentabilidade de 21,2%, a maior do mundo. No primeiro semestre deste ano, as mesmas instituições apresentaram lucro líquido de R$ 24,6 bilhões, maior que em igual período do ano passado, mesmo com o provisionamento astronômico de R$ 37,34 bilhões para pagamento de devedores duvidosos, incompatível com a situação real de inadimplência”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.“Como sempre, acreditamos no diálogo e apostamos no processo de negociações, aguardamos manifestação dessa Federação com uma nova proposta até o dia 17 de setembro, para que possamos submetê-la à apreciação das assembleias.”, completa.
As principais reivindicações dos bancários
Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
Piso salarial de R$ 2.416,38.
Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral
Mais segurança
Igualdade de oportunidades.
Após três rodadas de negociação, categoria e a Federação dos Bancos não houve acordo
Os bancários de Curitiba e região se reúnem hoje, a partir das 19 horas, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região (Rua Piquiri, 380, Rebouças) para avaliar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e deliberar sobre a possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir de 18 de setembro. A assembleia começa às 19 horas.
Após três rodadas de negociação, em que foram discutidos todos os itens da minuta de reivindicações dos bancários, no dia 28 de agosto, a Fenaban propôs 6% de reajuste nos salários e demais verbas (0,58% de aumento real), incluindo a Participação nos Lucros e Resultados.. A proposta foi considerada insuficiente pelos representantes dos bancários e uma nova negociação ficou agendada para o dia 4 de setembro, quando nada de novo foi apresentado pelos banqueiros.
No dia 5 de setembro, a Contraf-CUT enviou uma carta à Fenaban informando sobre o calendário de mobilização dos bancários e reafirmando que os sucessivos resultados positivos dos bancos permitem atender às demandas dos bancários, além de se mostrar disposta a negociar. “Somente os cinco maiores bancos tiveram R$ 50,7 bilhões de lucro líquido em 2011, com uma rentabilidade de 21,2%, a maior do mundo. No primeiro semestre deste ano, as mesmas instituições apresentaram lucro líquido de R$ 24,6 bilhões, maior que em igual período do ano passado, mesmo com o provisionamento astronômico de R$ 37,34 bilhões para pagamento de devedores duvidosos, incompatível com a situação real de inadimplência”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.“Como sempre, acreditamos no diálogo e apostamos no processo de negociações, aguardamos manifestação dessa Federação com uma nova proposta até o dia 17 de setembro, para que possamos submetê-la à apreciação das assembleias.”, completa.
As principais reivindicações dos bancários
Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
Piso salarial de R$ 2.416,38.
Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral
Mais segurança
Igualdade de oportunidades.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Bancários de Curitiba e região se reúnem nesta quarta para decidir greve
Gazeta do Povo Online - Eloá Cruz
A categoria pretende paralisar as atividades a partir do dia 18 de setembro, caso a Fenaban não apresente nova proposta
A categoria pretende paralisar as atividades a partir do dia 18 de setembro, caso a Fenaban não apresente nova proposta
Os bancários de Curitiba e região metropolitana irão se reunir nesta quarta-feira (12) para definir se a categoria vai entrar em greve a partir do dia 18 de setembro. Eles rejeitaram a última proposta de reajuste salarial feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e pedem outra proposta para o sindicato patronal. Caso isso não aconteça, ameaçam com a paralisação.
A assembleia nesta quarta, que foi marcada para as 19 horas, também irá discutir sobre a última proposta apresentada pela Fenaban, que prevê 6% de reajuste nos salários e demais verbas, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados. O Sindicato dos Bancários de Curitiba e região pede 10,25% de aumento salarial e reprovou o projeto de reajuste dos bancos.
Além do aumento salarial, a categoria reivindica planos de cargos e salários, jornada de seis horas, mais contratações, controle das filas nas agências, extensão do horário de atendimento para o público, entre outras propostas.
Negociações
Depois de três rodadas de negociações, a Fenaban propôs aumento salarial de 6% no dia 28 de agosto. Com a negativa da categoria para o índice, uma nova negociação foi marcada para o dia 4 de setembro. Os representantes dos bancos, porém, não apresentaram outra proposta.
No última dia 5, os sindicatos bancários enviaram uma carta à Fenaban informando sobre o calendário de uma possível mobilização. Mas até esta terça-feira(11) não havia data marcada para uma nova reunião entre a categoria e a Fenaban.
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